A alegria do Carnaval

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Por Ruiz

É carnaval…

Queridas leitoras, finalmente chega o Carnaval. Época em que a gente não se reconhece em que tudo é permitido e a gente se leva menos a sério.

Se eu pudesse cavar uma cova, eu me enterraria na sexta-feira e só sairia na outra sexta. Desculpem, não gosto de carnaval e não há nada que me faça mudar de idéia. Mas gosto da idéia de ficar vários dias sem trabalhar!

O Carnaval junta várias tribos: a tribo do ‘vamos para a praia’ – que significa, na verdade, passar 11 horas na estrada para percorrer uma distância que, à pé, levaria 8 horas.

Ainda tem a emoção dos arrastões na estrada e na praia, a falta de água e as filas em todos os lugares. Mas o povo se sente feliz…

Tem a tribo do ‘vamos para o nordeste’. Esse é mais complicado. Gasta um dinheirão pra comprar um abadá (que eu até hoje não entendi muito bem o que é), e ficar pulando debaixo de um Sol de 45 graus. Aí se percebe a catinga, o suor, a pegação e… bom, não quero falar sobre trios elétricos. Mas o povo se sente feliz…

Tem a tribo das escolas de samba. Aqueles que vão desfilar porque… porque… nem sei bem porque. Talvez porque precisam contar alguma história diferente. Talvez porque esteja em moda, ou seja, do time de futebol. Claro, aqui excluo as pessoas que realmente vivem para suas escolas de samba. Mas o povo se sente feliz…

E o que mais me chateia, sem muito falso moralismo, é a depreciação do ser humano. Acho que cada vez mais, vemos menos nos desfiles e a ‘objetivação’ da mulher. Não são mais passistas, mas máquinas milimetricamente produzidas para seduzir, como se fossem deusas incontroláveis do sexo. Tudo bem.  Acho que não tem nada de errado usar roupas assim ou assado, mas isso deixou de ser importante. A TV fala sobre quando mililitros fulana ou beltrana colocou na comissão de frente ou no pandeiro.

Acho que é desnecessário falar sobre a necessidade de se proteger nessa época. Sexo inseguro? Sim, vocês estão cansados de saber. Falo de se proteger dos excessos.

Excesso de Sol, de álcool, de drogas, de comida… Alimentar-se bem, beber muita água, usar repelentes, desodorantes, sabonete. Não é porque é Carnaval que você vai descer do salto e dar um duplo-twist carpado na jaca, certo?

Boa diversão!

Beijos,
Ruiz

Paula Souza

Paula Souza

Paulista, 42 anos, formada em Tecnologia, otimista. Adoro falar sobre moda, beleza e, mais recentemente, sobre maternidade. Aqui escrevo sobre tudo que gosto, espero que gostem também!

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